Fotos incríveis
Vancouver 2010 – The Big Picture

Quinta-Feira 11 Mar, 2010
Rua Dona Benvinda de Farias - 477
Boa Viagem - Recife - Pernambuco - Brasil
Tel.: + 55 81 7811.5677
Fotos incríveis
Vancouver 2010 – The Big Picture

O futuro para o design de interiores.
Este painel de pequenos triângulos que podem ser girados para obter a cor de sua escolha, cada triângulo possui três cores: preta, branca, e tons do arco-íris. Com essa idéia você pode criar um ambiente moderno com exposição de cores de acordo com a decoração. Designer: Amirko aka amirkhan Abdurakhmanov.


Muito bacana e totalmente direcionado para seu público-alvo: Os homens.
Criada pela Saatchi & Saatchi para a marca de cervejas argentina, Andez.
Postado por: Eduardo Gaudêncio
Categorias: advertising
Sim! Tenho conseguido chegar em casa antes da novela das sete e comecei o ano ouvindo Gilberto Gil na música de abertura. Anos atrás, Marisa Monte havia nos brindado com essa pérola de reflexão sobre os tempos modernos, que nos leva a pensar alguns momentos de nossa vida corporativa.
As empresas andam com seus cérebros eletrônicos a mil por hora. Executivos fazem tudo, quase tudo. Elaboram, planejam, cruzam dados, emitem planilhas, mas, muitas vezes, ficam mudos. Que os briefings estão mais econômicos e monossilábicos, todos já sabem. Que as empresas estão ansiosas por prazos e com foco excessivo no operacional, também deixou de ser novidade. O que me surpreende nesta cadeia produtiva é esse ruído entre o comandar, o desmandar, o mandar, cujo resultado final, não anda.
Sofremos muito com essa palidez de informações, por parte das empresas contratantes. Só ela pode pensar se Deus existe. Só ela pode chorar, se esforçar e obter informações capazes de gerar boas campanhas. É lógico que os fornecedores, com seus botões de ‘carne e osso’ ajudam na interlocução, no ‘falo e ouço’ mais objetivo e capaz de produzir um diagnóstico e um plano de ação. Para tanto, o bom roteiro de briefing torna-se fundamental e assegura boas ideias capazes de envolver toda a equipe, do Atendimento ao Criativo, da Produção ao Consumidor.
Toda vez que somos chamados a uma reunião de projeto, tentamos perguntar mais que responder. É uma postura de resistência que insistimos em manter para que possamos decidir se a campanha terá vida ou morte. E porque somos ‘vivos pra cachorro’, sabemos que nenhuma campanha mal planejada foge do caminho inevitável para a morte.
Nós acreditamos nos clientes. Acreditamos em seus cérebros que, mesmo eletrônicos, são temperados por emoções que os aquecem. Não cremos no impulso primitivo para a morte e entendemos que toda campanha tem seu começo, meio e fim. E que um bom fim é fruto de um bom começo. Por isso, mesmo conscientes dos botões de ferro e dos olhos de vidro que o mercado nos impõe, prosseguimos animados, dançando conforme a música e crentes de que a persistência, a paciência e a informação também são impulsos capazes de dar vida aos projetos.
Fernando Adas
Diretor de atendimento e planejamento da FM – The Fine Marketing.
A menos que você tenha comprado uma residência nova, ou feito uma reforma elétrica recente, duvido que esteja devidamente equipado para suportar o grande número de equipamentos eletrônicos que a modernidade nos proporciona. E dá-lhe comprar uma infinidade de réguas, extensões e benjamins.
Nesse contexto a invenção acima é genial. Uma tomada que já tem uma extensão embutida. A TV está muito longe do ponto mais próximo? Não tem problema, é só puxar.
Mas aí você começa a ler essa análise e vê que o mundo, infelizmente, não é tão cor de rosa assim. Devido aos custos de produção esse treco custaria pelo menos 10 vezes mais do que a soma de uma tomada e uma extensão comuns. 100 dólares, para ser mais exato. Quantas pessoas pagariam 100 dólares em uma tomada?
Uma pequena parcela da população poderia, sobretudo se estiverem reformando suas casas. Mas e se o fio embutido ou a roldana interna quebraram? Quanto custa e que tipo de trabalho dá para consertar isso?
Por essas e outras essa é uma daquelas invenções quase perfeitas. A gente olha a foto e pensa que é genial, mas na ponta do lápis a realidade é diferente.
Conceito criado pelo designer industrial Djordje Zivanovic e que estabeleceu uma nova representação gráfica do tempo. Muito legal.

Muita gente gostaria de ser dono de bar. Outros já preferem ter sua própria cervejaria. Agora isso é possível, a partir de 5 dólares.
Para sair de uma situação jurídica complicada uma cervejaria americana precisa ser vendida. A partir daí duas agências criaram uma campanha para que os próprios fãs da marca possam comprá-la usando os princípios do crowdsourcing.
O site da campanha dá a possibilidade de contribuição com várias quantias. A menor delas, 5 dólares, garante um certificado de posse e uma garrafa. 25 dólares garante o mesmo certificado, além de um pack com seis cervejas. Na prática você compra a cerveja e leva um pedaço da empresa junto.
Ainda não dá para saber se os participantes terão direito à algum tipo de poder sobre a cervejaria ou se tudo isso é mais pela curtição de se sentir dono. A questão que fica é, será que a marca tem fãs o suficiente para cobrirem os 300 milhões que ela vale?
Uma visão geral dos escritórios atuais do Google, líder mundial em inovação. Duas sedes do grupo, localizado em Mountain View, Califórnia e Zurique, Suíça.

Postado por: Eduardo Gaudêncio
Alta foi de 28% em relação ao mesmo período no ano passado.
Livros foram os produtos mais procurados, seguido pelos eletrodomésticos.
As vendas do comércio eletrônico brasileiro movimentaram R$ 1,6 bilhão em bens de consumo no período natalino de 2009, uma alta de 28% em relação ao ano anterior, de acordo com números divulgados nesta quarta-feira (30) por uma empresa de pesquisa.
Segundo levantamento realizado no período entre 15 de novembro e 24 de dezembro pela empresa de pesquisa e-bit, as vendas de cerca de R$ 1,6 bilhão representam novo recorde para o varejo on-line do país e um avanço sobre a marca de R$ 1,25 bilhão registrada em 2008. A expectativa da companhia de medição é que a haja expansão maior nos próximos anos.
“Com esse faturamento expressivo, nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar pela web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras. Para os próximos anos, o crescimento deverá ser ainda maior”, afirmou em comunicado Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.
O estudo aponta que a categoria mais procurada foi a de livros, seguida pela de eletrodomésticos, segmento ainda impulsionado pela redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e saúde, beleza e medicamentos. Itens de informática e eletrônicos ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posições.
O maior dia de vendas foi 16 de dezembro, no qual registraram-se 150 mil encomendas, cerca de 50 % acima do volume de um dia normal.
A pesquisa afirma que a preferência do consumidor cresceu em relação a produtos de alto valor agregado, como bens de informática e eletrodomésticos, contra a dominância de itens mais baratos até poucos anos atrás, como CDs e DVDs.
A e-bit destaca a comparação entre as vendas físicas e on-line. Enquanto o comércio eletrônico apresentou um crescimento de 28% no período do Natal na comparação anual, o varejo físico cresceu 6,8%, afirma a empresa, citando dados da Serasa Experian.
Dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de outubro passado mostram que o varejo físico brasileiro cresceu 8,4% em relação ao mesmo mês de 2008, ante expectativa do mercado de expansão de 6,5%. Uma pesquisa do IBGE aponta que o número de brasileiros com acesso à internet cresceu 75,3% entre 2005 e 2008, passando a 56,4 milhões de usuários.
Inquieto, provocador e visionário. Com um olhar apurado e expertise de 10 anos para assumir riscos e romper paradigmas. Um gestor de ideias criativas e conteúdos relevantes. E nas horas vagas, um propagador de tendências e fenômenos. Colecionador compulsivo do inusitado e do incomum. Um apanhado de texturas, formas, cores, tipografias e particularidades. Ora simétrico. Ora assimétrico. Preto no branco. E branco no preto.