Móveis inteligentes
Postado por: Eduardo Gaudêncio
Categorias: arquitetura, design de interiores, inovação
Terca-Feira 07 Set, 2010
Rua Dona Benvinda de Farias - 477
Boa Viagem - Recife - Pernambuco - Brasil
Tel.: + 55 81 7811.5677
Postado por: Eduardo Gaudêncio
Categorias: arquitetura, design de interiores, inovação
Para atrair os endinheirados, instituições financeiras criam eventos diferenciados e exclusivos.
Uma refeição especial, servida por uma chef renomada em um cenário perfeito. A descrição tem todos os ingredientes para uma noite romântica no Dia dos Namorados, embora ela seja uma sedutora produção do mundo financeiro. No lugar das flores, a estratégia de conquista do HSBC: levantar a mesa de jantar a 50 metros do chão, com um cardápio preparado especialmente por Flávia Quaresma sobre o mar do Rio de Janeiro, para mostrar aos clientes a nova perspectiva de negócios do banco.

No céu do Rio de Janeiro: convidados do HSBC têm o mar sob os pés e a ponte Rio-Niterói de cenário ao fundo Foto de Daniela Dacorso
Lá de cima, com a brisa leve que corria pela noite estrelada no Píer Mauá, no centro carioca, com a ponte Rio-Niterói de um lado e a avenida Rio Branco toda iluminada de outro, o banco inglês cortejou convidados em busca de uma união estável e duradoura, na semana passada. É com este clima intimista e exclusivo que as instituições financeiras querem encantar e atrair os clientes de alta renda.
As vantagens oferecidas vão além de benefícios em produtos como cartões de crédito, conta-corrente ou investimento, que são praticamente iguais em qualquer banco. A distinção está na criação de eventos únicos. “A alta renda quer exclusividade e atributos emocionais nesses eventos”, afirma Eduardo Tomiya, diretor- geral da consultoria BrandAnalytics.
O jantar nas alturas, utilizado pelo HSBC, não é para qualquer um. Na pequena temporada em que ficou aberta ao grande público, em São Paulo, a experiência oferecida pela empresa belga Dinner In The Sky custou em torno de R$ 700 por pessoa. Hoje, só grupos fechados podem sentir o frio na barriga e jantar com a cidade sob os pés.
E aonde o banco inglês quer chegar com eventos como este? A ideia é atrair pessoas com renda entre R$ 3,5 mil e R$ 7 mil para o recém-lançado Advance, seu novo segmento de distinção de clientes. “Queremos entregar serviços exclusivos e sólidos para manter um relacionamento de longo prazo”, diz Henrique Frayha, diretor do HSBC.
Para conquistar 500 mil novos clientes até o final de 2011 para essa classe, o HSBC vai investir R$ 20 milhões em marketing. É o caminho oposto ao dos bancos concorrentes, que miraram a massificação da baixa renda. “A migração de renda está em todas as faixas sociais e vamos em busca dessa nova classe B”, diz Marcelo Velloso, diretor do HSBC.
O importante é ser criativo e evitar reproduzir o mundo que este cliente está acostumado. “Bens e serviços que custam caro fazem parte do dia a dia dele”, diz Rubén Osta, diretor-geral da Visa do Brasil. “É preciso ser diferenciado e prestigiar a fidelidade.”
Os consumidores que possuem o cartão Infinity, a marca de mais alto nível da Visa, puderam sentir toda essa distinção em dois eventos recentes. Em uma noite de maio, o restaurante paulistano A Figueira Rubaiyat recebeu 150 convidados da bandeira para um jantar preparado especialmente pelo chef espanhol Xavier Guillo, que comanda o Abac, de Barcelona, dono de duas estrelas no Guia Michelin.
De quebra, eles conheceram a habilidade de Carlos Casasempere, do Rubaiyat de Madri, que ganhou um concurso de pinchos e tapas na Espanha. No autódromo de Interlagos, uma série de carros Land Rover ficou à disposição de 48 casais por um dia. Eles puderam testar à vontade ou se aventurar com pilotos profissionais ao volante.
Não é preciso dizer que não existiam ingressos. “Havia poucas opções de serviços exclusivos há pouco tempo. Agora, todos os bancos montaram suas estratégias para a alta renda”, diz Tomyia. Quanto mais alto esse cliente for alçado, melhor.

Istoé Dinheiro por Márcio Kroehn
Postado por: Eduardo Gaudêncio
Categorias: cores, criatividade, design, designer, inovação, pack design
Postado por: Eduardo Gaudêncio
Categorias: arquitetura, cores, design de interiores, educação, inovação
Não ter um bom sono entre um voo e outro parece ser um dos piores aspectos da viagem. Por isso o escritório de arquitetura Arch Group, criou como um acessório que deveria ter em todos os aeroportos do mundo, o Sleep Box mais conhecido como Mini Hotel.
Cada Sleep Box é equipada com um visor LCD, Wi-Fi, um lugar para guardar sua bagagem e uma espaço para guardar e carregar o seu laptop e celular.

Para quem não sabe, Pop Up Store é um tipo de loja que funciona por apenas alguns dias, semanas ou meses. Ela não exige continuidade, diferente de uma loja itinerante. Trata-se de uma oportunidade de explorar um lugar com determinada concentração momentânea de público. Grandes marcas, como Nike e Puma são adeptas do conceito, que também vem se expandindo para marcas menores e outros tipos de segmento. O conceito tem ido tão longe com iniciativas de sucesso e outras não que acabou chegando até ao mundo da publicidade.

RKCR/Y&R Local
Em agosto de 2009, a agência inglesa RKCR/Y&R abriu aRKCR/Y&R Local na região de Camden, em Londres. Trinta empresários da área foram atendidos uma loja de produtos de surf, um cabeleireiro, uma loja de bebidas, um tatuador, entre outros. Além de ajudar no desenvolvimento de peças e conceitos, a agência negociou mídia a preços mais baratos para os clientes locais e firmou um acordo entre todos os participantes para quem exibisse o anúncio do outro. Na agência pop up estavam duas duplas de criação, um planner e outros voluntários da própria RKCR/Y&R.
O objetivo da ação foi oferecer, gratuitamente, a expertise utilizada por empresas como Virgin, BBC e Land Rover, para ajudar os negócios locais a elevar sua receita e se prevenir contra a estagnação. A iniciativa foi consequência do trabalho da câmara de comércio da região que vem se esforçando para usar os talentos de grandes empresas estabelecidas no local (como MTV, Hugo Boss e Proud Galleries) para ajudar todos a enfrentarem a recessão.

Ogilvy Idea Shop
Há algumas semanas, foi a vez da Ogilvy de Londres oferecer seu trabalho, de graça, para os negócios locais de Brixton. O Ogilvy Idea Shop, como foi chamada a versão pop up da agência, passou 3 dias sugerindo novas ideias e soluções para pequenas empresas, lojas e projetos artísticos. Tudo que foi discutido e apresentado pelos voluntários da agência está exibido no blog Idea Shop. Vale a pena conferir.
Esses gestos, além de estreitar o relacionamento com a comunidade e mostrar o trabalho das agências, são ótimas ações de responsabilidade social. Como disse o pessoal do blog Newronio ESPM: ‘Responsabilidade social não somente é ajudar àqueles que não tem oportunidade de estudo, dar aulas para crianças carentes ou dar suporte a uma ONG. E quando se fala de agência, o que uma organização como essa poderia fazer para colaborar socialmente?’
CHMKT
Inquieto, provocador e visionário. Com um olhar apurado e expertise de 10 anos para assumir riscos e romper paradigmas. Um gestor de ideias criativas e conteúdos relevantes. E nas horas vagas, um propagador de tendências e fenômenos. Colecionador compulsivo do inusitado e do incomum. Um apanhado de texturas, formas, cores, tipografias e particularidades. Ora simétrico. Ora assimétrico. Preto no branco. E branco no preto.