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	<title>Eduardo Gaudêncio Blog</title>
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		<title>Móveis inteligentes</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 16:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Gaudêncio</dc:creator>
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<p>updateordie</p>
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		<title>L&#8217;Arc Paris</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 17:41:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Gaudêncio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[L’Arc Paris, Restaurante, Bar &#038; Club tem um menu contemporâneo e sofisticado, a configuração do espaço e dos seus jardins é um lugar único com três ambientes incríveis de um bom gosto impressionante, design de altíssimo nível com uma arquitetura moderna e sofisticada. 

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			<content:encoded><![CDATA[<p>L’Arc Paris, Restaurante, Bar &#038; Club tem um menu contemporâneo e sofisticado, a configuração do espaço e dos seus jardins é um lugar único com três ambientes incríveis de um bom gosto impressionante, design de altíssimo nível com uma arquitetura moderna e sofisticada. </p>
<p><img src="http://www.eduardogaudencio.com/wp-content/uploads/2010/08/LARC.jpg" alt="LARC" title="LARC" width="525" height="3000" class="aligncenter size-full wp-image-281" /></p>
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		<title>Tiras fotográficas</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 23:38:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Gaudêncio</dc:creator>
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O artista Russo Serge Medzhiyskogo cria magníficas cenas urbanas a partir de tiras fotográficas, é um processo de colagem feito através de uma  manipulação  sutil de uma imagem vista de frente. Interessante é que no primeiro momento você visualiza a imagem completa depois vai percebendo os detalhes da manipulação. 
fubiz
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.eduardogaudencio.com/wp-content/uploads/2010/08/COLAGEM.jpg" alt="COLAGEM" title="COLAGEM" width="525" height="2891" class="aligncenter size-full wp-image-278" /></p>
<p>O artista Russo Serge Medzhiyskogo cria magníficas cenas urbanas a partir de tiras fotográficas, é um processo de colagem feito através de uma  manipulação  sutil de uma imagem vista de frente. Interessante é que no primeiro momento você visualiza a imagem completa depois vai percebendo os detalhes da manipulação. </p>
<p>fubiz</p>
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		<title>Os cuidados na hora de apoiar seu candidato na Internet</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 01:56:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Gaudêncio</dc:creator>
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O que você (não) pode fazer na hora de propagar as idéias do seu candidato na Web. O TSE promete ficar de olho!
As eleições de 2010 serão as primeiras no Brasil onde a Internet desempenhará um papel essencial para os candidatos. Isso porque, além dos partidos, milhares de simpatizantes se mobilizarão para ajudar a eleger [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.eduardogaudencio.com/wp-content/uploads/2010/07/JE.jpg" alt="JE" title="JE" width="525" height="310" class="aligncenter size-full wp-image-275" /></p>
<p>O que você (não) pode fazer na hora de propagar as idéias do seu candidato na Web. O TSE promete ficar de olho!</p>
<p>As eleições de 2010 serão as primeiras no Brasil onde a Internet desempenhará um papel essencial para os candidatos. Isso porque, além dos partidos, milhares de simpatizantes se mobilizarão para ajudar a eleger seus postulantes aos cargos públicos, seja via blog, via Twitter, via e-mail ou qualquer outra ferramenta de longo alcance.</p>
<p>“A Internet no Brasil é usada muito mais para propaganda negativa de candidatos, do que para mobilizar os eleitores ao debate e ao trabalho de campanha”, afirmou Alexandre Atheniense, professor do curso de pós-graduação de Direito Eleitoral da Escola Superior de Advocacia da OAB-SP e especialista em Direito Eletrônico . “Nos EUA, isso já é muito mais evoluído, já que o ambiente fomenta uma relação entre o candidato e o eleitor, até mesmo na questão de doações, onde a campanha que elegeu Barack Obama fez com muita eficiência e arrecadou grandes quantias”.</p>
<p>A opinião é compartilhada por Leandro Bissoli, advogado especialista em Direito Digital e sócio do Patrícia Peck Pinheiro Advogados. “Nas eleições norte-americanas na Web, quem combatia as difamações era o próprio eleitor. E ele também funcionava como um cabo eleitoral eficiente, mobilizando jovens e arrecadando fundos”. </p>
<p>E, ao contrário do que muitos pensam, a Internet não será uma terra de ninguém nas eleições brasileiras. Em outras palavras, calúnias, injúrias e difamações contra adversários políticos já estão sendo devidamente monitorados pelos militantes e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – que regulamentou o uso da Web em campanhas a partir do projeto de lei 5984/09, de dezembro de 2009 &#8211; está sendo ágil na hora de punir os infratores. “A percepção de que a Internet será um território de vale-tudo nessas eleições é equivocada”, disse Alexandre. “O TSE, deixou bem claro o que será e o que não será permitido nas campanhas e vai punir os excessos com rapidez”.</p>
<p>A seguir, confira os cuidados que você deve ter na hora de apoiar seu candidato nos principais canais de comunicação na Internet:</p>
<p>Blogs<br />
Conhecidos como um dos principais meios do internauta manifestar sua liberdade de expressão, os blogs terão vigilância rígida durante a campanha eleitoral. A começar pela eliminação do anonimato. “O TSE foi bastante enfático na nova lei quanto ao anonimato, que está totalmente proibido. A entidade não quer passar a falsa impressão que privilegia essa tática”, declarou Atheniense. “Logo, quem pretende criar uma página do gênero para apoiar a candidatura deve se identificar e responderá por qualquer excesso que ocorra no site e seja denunciado”.</p>
<p>Segundo o especialista, tanto os textos postados pelo dono do blog quanto os comentários que são feitos na página têm o mesmo peso na consideração do teor ofensivo.  Em outras palavras, o blogueiro pode ser multado e até mesmo ter o seu site retirado do ar. “O dono do blog pode ser considerado um responsável solidário pelo conteúdo publicado na página, já que ele deveria exercer a moderação e não o fez”, explica Alexandre.</p>
<p>Além disso, todo e qualquer tipo de site, que não o do partido, está proibido de inserir qualquer tipo de propaganda política – como, por exemplo, banners – seja em grandes portais de notícias, seja em blogs de qualquer tamanho.  No entanto, textos de endosso emitidos pelos partidos poderão ser publicados.</p>
<p>Twitter e outras redes sociais</p>
<p>A lei que regulamenta o uso da Internet nas eleições considera que as regras válidas para os blogs são válidas também para outras ferramentas de comunicação como o Twitter e também redes sociais. Em suma, o criador dentro de uma comunidade dentro do Facebook ou Orkut será responsável pelos textos publicados naquele espaço e também em moderar os comentários emitidos.</p>
<p>E o Twitter também entra nessa dança: “Ao contrário do que muitos pensam, o Twitter também não será uma terra sem-lei nessas eleições”, disse Alexandre. “É difícil imaginar que um candidato (no caso sua equipe de Web) não esteja monitorando tudo o que é dito acerca do seu nome, até para poder reagir aos ataques que considerar como calúnias”.</p>
<p>E-mails</p>
<p>As eleições 2010 serão as primeiras no Brasil a contar com uma lei específica de combate ao spam. Isso porque ela diz que os partidos podem criar um e-mail marketing, desde que qualquer mensagem eletrônica permita ao destinatário requerer seu descadastramento. E isso tem de ser cumprido em até 48 horas do recebimento da solicitação, sob pena de multa de até 30 mil reais ao partido e ou candidato. Além disso, a venda de mailing aos partidos está proibida.</p>
<p>O direito de resposta   </p>
<p>Com regras claras para meios de comunicação como TV, rádio e impressos, surgiu a dúvida de como o TSE implementará o direito de resposta a um candidato que se sinta prejudicado nos meios virtuais. Segundo Leandro Bissoli,  ainda não há uma jurisprudência para esse tipo de caso na Internet. “No Twitter, por exemplo, se você foi ofendido em 140 caracteres, você poderá replicar em 140 caracteres? Acredito que o TSE deva se pautar pelo o que ele já faz em outros meios de comunicação”, afirmou ele. “Ou seja, os direitos de resposta poderão ser postados em blogs e comunidades e ficar visíveis em partes de destaque dos sites durante um determinado tempo”.</p>
<p>Boca de urna virtual</p>
<p>Essa será uma outra vantagem da Web na hora do candidato aferir suas chances nas eleições. Proibida em meios físicos até 48 horas antes das eleições, os políticos poderão monitorar suas chances sem qualquer tipo de restrição na Internet. “A vantagem é que ele poderá fazer isso antes, durante e depois das votações, o que lhe dá uma perspectiva geral das suas chances”, afirmou Bissoli. </p>
<p>Provedores</p>
<p>Outro ponto que Alexandre destaca na participação da Internet nessas eleições é o papel dos provedores.  Para ele, os provedores também precisarão tomar cuidado, já que também podem ser acionados pelo TSE como responsáveis solidários. “Os provedores terão de ser mais ágeis e se preocupar mais em monitorar os blogs”, declarou o especialista. “Não acredito que eles farão um monitoramento prévio dessas páginas, mas eles terão de ser bem ágeis na hora de retirar algum conteúdo considerado ofensivo pelo TSE. O ideal seria a realização de uma campanha que esclareça melhor os riscos de tais excessos, mas não acredito que isso vá ocorrer”.</p>
<p>Por Rui Maciel &#8211; IDGNOW</p>
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		<title>Twitter enfrenta instabilidade e replies desaparecem</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 01:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Gaudêncio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Problema foi notado no último domingo; empresa diz estar trabalhando em uma correção, mas não revela previsão.
No último domingo (4/07), usuários do Twitter notaram que algumas respostas enviadas por meio do serviço estavam se perdendo. No primeiro momento, o engenheiro de infra-estrutura da empresa, John Kalicki, escreveu em um fórum que realmente o portal estava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Problema foi notado no último domingo; empresa diz estar trabalhando em uma correção, mas não revela previsão.</p>
<p>No último domingo (4/07), usuários do Twitter notaram que algumas respostas enviadas por meio do serviço estavam se perdendo. No primeiro momento, o engenheiro de infra-estrutura da empresa, John Kalicki, escreveu em um fórum que realmente o portal estava enfrentando certa lentidão, mas que o problema seria corrigido e todas as mensagens seriam entregues. No entanto, nesta segunda-feira (5/07), o problema persiste e muitos tuites não foram ao ar.</p>
<p>Esta tarde, o Twitter admitiu que o tempo de resposta continua longo e que algumas respostas, de fato, desapareceram sem razão aparente. O comunicado avisa que uma correção está sendo providenciada</p>
<p>“Alguns usuários estão enfrentando dificuldades, pois não estão recebendo todas as respostas a eles direcionadas. Estamos trabalhando em uma correção”.</p>
<p>Não está claro o porquê dos problemas. O Twitter tem sofrido com instabilidade em seu serviço desde o começo da Copa do Mundo. No entanto, as mensagens começaram a desaparecer no último domingo, dia em que não houve nenhuma partida válida pela competição.</p>
<p>Providências<br />
Em uma tentativa de melhorar o funcionamento de seu portal, o Twitter implementou, semana passada, novas regras para o uso de aplicativos externos. A companhia reduziu em 50% o número de vezes em que esses programas podem fazer pedidos de atualização à rede da empresa. Tais aplicativos representam 75% do tráfego da rede social.<br />
<img src="http://www.eduardogaudencio.com/wp-content/uploads/2010/07/Twittersimg.jpg" alt="Twittersimg" title="Twittersimg" width="525" height="350" class="aligncenter size-full wp-image-272" /> </p>
<p>idgnow</p>
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		<title>Editoras investem em e-books</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 04:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Gaudêncio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>
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		<category><![CDATA[livros digitais]]></category>

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		<description><![CDATA[A distribuidora de livros digitais (DLD), constituída por joint venture entre as editoras Objetiva, Sextante, Record, Rocco e Planeta, firmou seu primeiro contrato de fornecimento de títulos para o mercado brasileiro com a Livraria Cultura.
A distribuidora, cujo sócios faturam em média R$ 50 milhões no ano, deverá disponibilizar no mercado cerca de 100 títulos digitais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A distribuidora de livros digitais (DLD), constituída por joint venture entre as editoras Objetiva, Sextante, Record, Rocco e Planeta, firmou seu primeiro contrato de fornecimento de títulos para o mercado brasileiro com a Livraria Cultura.</p>
<p>A distribuidora, cujo sócios faturam em média R$ 50 milhões no ano, deverá disponibilizar no mercado cerca de 100 títulos digitais nos próximos 30 dias, segundo o presidente da Objetiva, Roberto Feith.</p>
<p>A expectativa dos editores é investir R$ 1,6 milhão na plataforma até o final de 2011 e lucrar com a cobrança pela prestação de serviço de distribuição no formato para outras editoras que ainda não entraram no mundo digital.</p>
<p>O custo médio de digitalização de um livro é de R$ 400 e este mercado, ainda em formação, não garante retorno. O diretor comercial da Livraria Cultura, Fabio Herz, diz que o preço do livro digital é 30% menor que o físico, mas as vendas no país ainda são incipientes.</p>
<p>&#8220;Este mercado só irá deslanchar com a massificação de e-books&#8221;, diz.</p>
<p>Os editores e varejistas estão agindo rápido para garantir espaço. Com o acordo, a Cultura vai disponibilizar um total de 800 livros digitais nacionais, adquiridos também por um serviço próprio de digitalização de títulos, e mais 120 mil importados, vendidos por conta de uma parceria com a distribuidora americana Over Drive.</p>
<p>No Brasil, a editora Jorge Zahar, principal parceria da loja on-line Gato Sabido, deverá concorrer com a DLD com uma plataforma de distribuição a ser anunciada.</p>
<p>A Companhia das Letras ainda não tem um projeto e por enquanto distribui seus e-books por meio da Livraria Cultura e da Saraiva.</p>
<p>Ruy Barata Neto &#8211; Brasil Econômico<br />
<img src="http://www.eduardogaudencio.com/wp-content/uploads/2010/07/ebook.jpg" alt="ebook" title="ebook" width="525" height="358" class="aligncenter size-full wp-image-267" /></p>
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		<title>Cliente nas alturas</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 00:47:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Gaudêncio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
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		<category><![CDATA[Bens e Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Henrique Frayha]]></category>
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		<description><![CDATA[Para atrair os endinheirados, instituições financeiras criam eventos diferenciados e exclusivos.
Uma refeição especial, servida por uma chef renomada em um cenário perfeito. A descrição tem todos os ingredientes para uma noite romântica no Dia dos Namorados, embora ela seja uma sedutora produção do mundo financeiro. No lugar das flores, a estratégia de conquista do HSBC: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para atrair os endinheirados, instituições financeiras criam eventos diferenciados e exclusivos.</p>
<p>Uma refeição especial, servida por uma chef renomada em um cenário perfeito. A descrição tem todos os ingredientes para uma noite romântica no Dia dos Namorados, embora ela seja uma sedutora produção do mundo financeiro. No lugar das flores, a estratégia de conquista do HSBC: levantar a mesa de jantar a 50 metros do chão, com um cardápio preparado especialmente por Flávia Quaresma sobre o mar do Rio de Janeiro, para mostrar aos clientes a nova perspectiva de negócios do banco.</p>
<p><img src="http://www.eduardogaudencio.com/wp-content/uploads/2010/06/HSBC1.jpg" alt="HSBC1" title="HSBC1" width="525" height="617" class="aligncenter size-full wp-image-260" /><br />
No céu do Rio de Janeiro: convidados do HSBC têm o mar sob os pés e a ponte Rio-Niterói de cenário ao fundo Foto de Daniela Dacorso</p>
<p>Lá de cima, com a brisa leve que corria pela noite estrelada no Píer Mauá, no centro carioca, com a ponte Rio-Niterói de um lado e a avenida Rio Branco toda iluminada de outro, o banco inglês cortejou convidados em busca de uma união estável e duradoura, na semana passada. É com este clima intimista e exclusivo que as instituições financeiras querem encantar e atrair os clientes de alta renda.<br />
As vantagens oferecidas vão além de benefícios em produtos como cartões de crédito, conta-corrente ou investimento, que são praticamente iguais em qualquer banco. A distinção está na criação de eventos únicos. “A alta renda quer exclusividade e atributos emocionais nesses eventos”, afirma Eduardo Tomiya, diretor- geral da consultoria BrandAnalytics.<br />
O jantar nas alturas, utilizado pelo HSBC, não é para qualquer um. Na pequena temporada em que ficou aberta ao grande público, em São Paulo, a experiência oferecida pela empresa belga Dinner In The Sky custou em torno de R$ 700 por pessoa. Hoje, só grupos fechados podem sentir o frio na barriga e jantar com a cidade sob os pés.<br />
E aonde o banco inglês quer chegar com eventos como este? A ideia é atrair pessoas com renda entre R$ 3,5 mil e R$ 7 mil para o recém-lançado Advance, seu novo segmento de distinção de clientes. “Queremos entregar serviços exclusivos e sólidos para manter um relacionamento de longo prazo”, diz Henrique Frayha, diretor do HSBC.</p>
<p>Para conquistar 500 mil novos clientes até o final de 2011 para essa classe, o HSBC vai investir R$ 20 milhões em marketing. É o caminho oposto ao dos bancos concorrentes, que miraram a massificação da baixa renda. “A migração de renda está em todas as faixas sociais e vamos em busca dessa nova classe B”, diz Marcelo Velloso, diretor do HSBC.<br />
O importante é ser criativo e evitar reproduzir o mundo que este cliente está acostumado.  “Bens e serviços que custam caro fazem parte do dia a dia dele”, diz Rubén Osta, diretor-geral da Visa do Brasil. “É preciso ser diferenciado e prestigiar a fidelidade.”<br />
Os consumidores que possuem o cartão Infinity, a marca de mais alto nível da Visa, puderam sentir toda essa distinção em dois eventos recentes. Em uma noite de maio, o restaurante paulistano A Figueira Rubaiyat recebeu 150 convidados da bandeira para um jantar preparado especialmente pelo chef espanhol Xavier Guillo, que comanda o Abac, de Barcelona, dono de duas estrelas no Guia Michelin.<br />
De quebra, eles conheceram a habilidade de Carlos Casasempere, do Rubaiyat de Madri, que ganhou um concurso de pinchos e tapas na Espanha. No autódromo de Interlagos, uma série de carros Land Rover ficou à disposição de 48 casais por um dia. Eles puderam testar à vontade ou se aventurar com pilotos profissionais ao volante.<br />
Não é preciso dizer que não existiam ingressos. “Havia poucas opções de serviços exclusivos há pouco tempo. Agora, todos os bancos montaram suas estratégias para a alta renda”, diz Tomyia. Quanto mais alto esse cliente for alçado, melhor.</p>
<p><img src="http://www.eduardogaudencio.com/wp-content/uploads/2010/06/HSBC2.jpg" alt="HSBC2" title="HSBC2" width="525" height="329" class="aligncenter size-full wp-image-261" /></p>
<p>Istoé Dinheiro por Márcio Kroehn</p>
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		<title>&#8220;Internet caminha para personalização&#8221;, diz Zuckerberg Fundador e CEO do Facebook</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 14:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Gaudêncio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mark Zuckerberg]]></category>

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		<description><![CDATA[Bem-vindos ao novo mundo da comunicação digital, onde quem dá as cartas são caras como Mark Zuckerberg, um jovem já bilionário que criou em 2004 uma rede para se conectar com amigos e que, hoje, se tornou a maior rede social do mundo, com mais de 400 milhões de usuário. &#8220;As coisas mudaram muito. Antes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bem-vindos ao novo mundo da comunicação digital, onde quem dá as cartas são caras como Mark Zuckerberg, um jovem já bilionário que criou em 2004 uma rede para se conectar com amigos e que, hoje, se tornou a maior rede social do mundo, com mais de 400 milhões de usuário. &#8220;As coisas mudaram muito. Antes, o máximo que as pessoas faziam em termos de divisão de informação eram perfis na internet&#8221;, relembra ele, que, além de fundador, é CEO do Facebook.</p>
<p>&#8220;Hoje, todos querem participar da discussão, pessoas e anunciantes. É uma grande mudança na mídia, como foi a transição do rádio para a TV e depois para a internet, que se tornou uma via de duas mãos e permite essa troca&#8221;, disse Zuckerberg. Para ele, o próximo passo é a personalização cada vez maior da internet, com as pessoas podendo ter contatos mais relevantes com pessoas com quem realmente se preocupam. E essa premissa está sendo considerada por sua rede social no que tange às próximas modificações que ela sofrerá.</p>
<p>Um exemplo dessa era de colaboratividade, afirmou, são os jogos sociais. &#8220;Os games hoje são desenhados para garantir que você possa se engajar com seus amigos, de maneira natural e divertida&#8221;, afirmou o executivo.</p>
<p>Ele comentou ainda uma questão que afligiu o Facebook há algumas semanas: os problemas de falta de privacidade. &#8220;É um diálogo importante que temos que ter. Existe uma tensão natural das pessoas entre, por um lado, querer dividir cada vez mais informações, e, por outro, buscar maior privacidade&#8221;.</p>
<p>Sobre o Facebook como um negócio, apesar de bilionário, ele disse que o foco não pode ser em &#8220;ganhar dinheiro e contentar investidores&#8221;. &#8220;Focamos em melhorar a vida de nossos usuários e da publicidade&#8221;, avisou. Ele foi questionado ainda se ficará como CEO por muito tempo e se abrirá o capital, mas não deu pistas claras sobre isso.</p>
<p><img src="http://www.eduardogaudencio.com/wp-content/uploads/2010/06/FACEBOOK3.jpg" alt="FACEBOOK" title="FACEBOOK" width="525" height="377" class="aligncenter size-full wp-image-257" />Mark Zuckerberg</p>
<p>mmonline &#8211; Felipe Turlão</p>
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		<title>Font Criada por um carro</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 15:06:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Gaudêncio</dc:creator>
				<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tipografia]]></category>
		<category><![CDATA[font]]></category>
		<category><![CDATA[iQ Toyota]]></category>
		<category><![CDATA[midia espontânea]]></category>
		<category><![CDATA[Toyota]]></category>

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		<description><![CDATA[Projeto criado pela Toyota para lançar seu novo carro IQ  é o vencedor do Cannes Lions 2010 em branding / identidade corporativa.
O objetivo da campanha é mostrar agilidade de comunicação e o perfeito controle do iQ de forma relevante para um público-alvo de 18-35 anos e que se encaixam aos valores do carro que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto criado pela Toyota para lançar seu novo carro IQ  é o vencedor do Cannes Lions 2010 em branding / identidade corporativa.</p>
<p>O objetivo da campanha é mostrar agilidade de comunicação e o perfeito controle do iQ de forma relevante para um público-alvo de 18-35 anos e que se encaixam aos valores do carro que é design e tecnologia.</p>
<p>A estratégia é demonstrar a sua incrível agilidade. O novo Toyota iQ é o primeiro carro do mundo a criar uma font inteira, de A a Z.&#8221;  </p>
<p>Dois tipógrafos e um piloto profissional, Stef van Campenhoudt, colaboraram para criar uma font usando o IQ. Os movimentos do carro foram monitorados através de um software personalizado, desenvolvido pelo programador  interativo Zachary Lieberman.</p>
<p>O resultado foi incrível, distribuídos através de um link para o site da Toyota a partir da página do Vimeo, o video foi visto mais de 24.000 vezes. &#8220;Tudo isso com zero orçamento de mídia&#8221;</p>
<p>O &#8220;making of&#8221; do vídeo, que foi colocada como um upload viral no Vimeo, atraiu mais de 600.000 usuários únicos e atingiu mais de 2 milhões de visualizações da página online.</p>
<p>O projeto teve uma atenção enorme da mídia offline que terminou virando midia espontânea em grandes publicações de design e tecnologia de todo o mundo. Foi ainda transmitido no festival Typophile em Nova York, e no Centre Pompidou, o museu de arte moderna de Paris.</p>
<p><object width="525" height="396"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Vwp4iOCECS8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Vwp4iOCECS8&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="525" height="396"></embed></object></p>
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		<title>Uma religião chamada Apple</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 00:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Gaudêncio</dc:creator>
				<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[brand]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone4]]></category>
		<category><![CDATA[iPod Touch]]></category>

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		<description><![CDATA[A empresa acumula seguidores fanáticos que estão dispostos a pagar caro para ter um de seus produtos, como o recém-lançado iPhone 4.
Apple se transformou praticamente em uma religião nos Estados Unidos e mesmo em outras partes do mundo. Seus clientes amam a empresa e não gostam de comprar nada dos concorrentes.
Eles demonstram uma fidelidade rara [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A empresa acumula seguidores fanáticos que estão dispostos a pagar caro para ter um de seus produtos, como o recém-lançado iPhone 4.</p>
<p>Apple se transformou praticamente em uma religião nos Estados Unidos e mesmo em outras partes do mundo. Seus clientes amam a empresa e não gostam de comprar nada dos concorrentes.<br />
Eles demonstram uma fidelidade rara em relação a outros setores da economia e gastam o quanto for necessário para ter o último lançamento da empresa que, há algumas semanas, se transformou na companhia com maior valor de mercado na área de informática, superando a gigante Microsoft.<br />
Nesta semana, da mesma forma que ocorreu quando foi lançado o iPad alguns meses atrás, os seguidores da Mac invadiram as lojas para comprar o novo iPhone 4. Quando um modelo desse aparelho foi encontrado em um bar de San Francisco, passou a ser estudado como um &#8220;graal&#8221; pelos especialistas em informática. Imediatamente, os religiosos da Apple já sonhavam em comprar esse novo produto. Um verdadeiro seguidor possui um iPhone, iPod Touch, Apple TV, Mac Book Air e, claro, o iPad.</p>
<p>Como seitas religiosas, a Apple tem o seu símbolo na maçã, segundo estudiosos do marketing da empresa, que pode ser o equivalente à cruz ou à estrela de David. Os fanáticos pela companhia se identificam ao ver esta marca nos seus aparelhos e alguns chegam a tatuá-las. &#8220;Nós somos usuários de Mac, e isso significa que temos valores comuns&#8221;, disse o psicólogo especializado em marcas David Levine em artigo da revista Wired.<br />
Ídolo. A Apple também tem o seu guru na figura de seu fundador e líder Steve Jobs. Nos anos em que ele esteve fora da empresa, a companhia perdeu importância. Seu retorno, há pouco mais de uma década, fez a Apple alterar a forma como o mundo ouve música, fala ao telefone, navega na internet e, com o iPad, como lemos livros e jornais.</p>
<p>Seu perfil também se difere do de outros magnatas da internet, como Bill Gates ou os donos do Google, com imagem de nerds da informática. Jobs é visto como descolado pelos jovens, com sua blusa de gola rolê preta e calça jeans. Nem mesmo o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, de apenas 26 anos, consegue atrair a juventude como Jobs. A sua apresentação no lançamento do iPad, em janeiro deste ano, conseguiu o mesmo espaço nos jornais que o discurso do Estado para a União, de Barack Obama, no mesmo dia.<br />
&#8220;O fundador da Apple, Steve Jobs, é visto como uma figura religiosa, uma espécie de Krishna, do Hinduísmo. Ele lutaria contra o &#8220;Império do Mal&#8221;, da Microsoft, e seu líder, o &#8220;Anti-Cristo&#8221; Bill Gates&#8221;, escreveu o acadêmico Russell Belk no seu estudo &#8220;O Culto da Macintosh&#8221;, como são chamados os computadores da Apple, geralmente apelidados de Mac.</p>
<p>Templos. Não faltam nem mesmo templos para a Apple, onde as pessoas podem ver os produtos da empresa como se fossem imagens religiosas, ainda que não os comprem. Seus vendedores seguem sempre o mesmo padrão e uniforme que lembra as vestimentas de Jobs. Seriam como padres e freiras recebendo fiéis. Em Nova York, será mais fácil um turista ou mesmo um morador indicar a loja da Apple mais próxima, do que uma igreja ou sinagoga.<br />
Sempre de vidro, elas se localizam em pontos estratégicos da cidade. A mais antiga, considerada a catedral da Apple, aberta 24 horas e lotada mesmo às 4h da manhã, fica na nobre esquina da Quinta Avenida com a Central Park South, diante do tradicional Hotel Plaza. Duas outras estão em bairros da moda, como o Soho e o MeatPacking. A quarta, inaugurada há alguns meses, fica ao lado do Lincoln Center, considerado o maior centro cultural dos Estados Unidos.</p>
<p>Jobs fundou a Apple em 1976 e foi responsável, junto com seus sócios, por fabricar o primeiro computador pessoal. No meio dos anos 1980, brigou com a direção e deixou a empresa, voltando mais de uma década depois. Retornou em 1997 e iniciou uma revolução na Apple que afetou setores como a música, a telefonia e a internet.<br />
Minimalista. Antes de seu retorno, a tendência nos computadores e aparelhos de informática era fabricar produtos com uma série de botões e funções complicadas para os consumidores. Como Coco Chanel na moda, ele optou pelo minimalismo. E veio a revolução com o iPod. Em um produto de apenas um botão, ele conseguiu permitir que as pessoas levassem centenas ou mesmo milhares de músicas. Em seguida, foi a vez do iPhone e, agora, o iPad, um computador sem teclado físico.</p>
<p>Enquanto a Microsoft, segundo analistas, parou no tempo, a Apple não para de inovar, batendo recordes de patentes. Aliás, jornalistas da área de informática, que alguns anos atrás se focavam no Media Lab do MIT para saber qual seria o próximo avanço tecnológico, hoje se debruçam sobre os produtos patenteados pela Apple para saber como será o futuro daqui a algum tempo.</p>
<p>O Google, diferentemente da Microsoft, tem inovado. Sua plataforma de navegação na internet, conhecida como Android, recebe elogios de especialistas e muitas vezes é opção de consumidores que não seguem a &#8220;religião&#8221; Apple. Em centros urbanos distantes de cidades da costa, como Boston e San Francisco, os aparelhos que utilizam o Android são bem mais populares do que o iPhone. O BlackBerry, por sua vez, dominou o mercado corporativo pela facilidade de enviar e receber e-mails.</p>
<p>Fonte: O Estado de São Paulo<br />
Por Gustavo Chacra</p>
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