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	<title>Eduardo Gaudêncio Blog &#187; Briefing</title>
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		<title>Cérebro Eletrônico e o Briefing nos Tempos Modernos I</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Feb 2010 18:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Gaudêncio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cérebro]]></category>
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		<description><![CDATA[Sim! Tenho conseguido chegar em casa antes da novela das sete e comecei o ano ouvindo Gilberto Gil na música de abertura. Anos atrás, Marisa Monte havia nos brindado com essa pérola de reflexão sobre os tempos modernos, que nos leva a pensar alguns momentos de nossa vida corporativa.
As empresas andam com seus cérebros eletrônicos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim! Tenho conseguido chegar em casa antes da novela das sete e comecei o ano ouvindo Gilberto Gil na música de abertura. Anos atrás, Marisa Monte havia nos brindado com essa pérola de reflexão sobre os tempos modernos, que nos leva a pensar alguns momentos de nossa vida corporativa.</p>
<p>As empresas andam com seus cérebros eletrônicos a mil por hora. Executivos fazem tudo, quase tudo.  Elaboram, planejam, cruzam dados, emitem planilhas, mas, muitas vezes, ficam mudos. Que os briefings estão mais econômicos e monossilábicos, todos já sabem. Que as empresas estão ansiosas por prazos e com foco excessivo no operacional, também deixou de ser novidade. O que me surpreende nesta cadeia produtiva é esse ruído entre o comandar, o desmandar, o mandar, cujo resultado final, não anda.</p>
<p>Sofremos muito com essa palidez de informações, por parte das empresas contratantes. Só ela pode pensar se Deus existe. Só ela pode chorar, se esforçar e obter informações capazes de gerar boas campanhas. É lógico que os fornecedores, com seus botões de ‘carne e osso&#8217; ajudam na interlocução, no ‘falo e ouço&#8217; mais objetivo e capaz de produzir um diagnóstico e um plano de ação. Para tanto, o bom roteiro de briefing torna-se fundamental e assegura boas ideias capazes de envolver toda a equipe, do Atendimento ao Criativo, da Produção ao Consumidor.</p>
<p>Toda vez que somos chamados a uma reunião de projeto, tentamos perguntar mais que responder. É uma postura de resistência que insistimos em manter para que possamos decidir se a campanha terá vida ou morte. E porque somos ‘vivos pra cachorro&#8217;, sabemos que nenhuma campanha mal planejada foge do caminho inevitável para a morte.</p>
<p>Nós acreditamos nos clientes. Acreditamos em seus cérebros que, mesmo eletrônicos, são temperados por emoções que os aquecem. Não cremos no impulso primitivo para a morte e entendemos que toda campanha tem seu começo, meio e fim. E que um bom fim é fruto de um bom começo.  Por isso, mesmo conscientes dos botões de ferro e dos olhos de vidro que o mercado nos impõe, prosseguimos animados, dançando conforme a música e crentes de que a persistência, a paciência e a informação também são impulsos capazes de dar vida aos projetos.</p>
<p>Fernando Adas</p>
<p>Diretor de atendimento e planejamento da FM – The Fine Marketing.</p>
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